“Temos de mostrar respeito e dar aos residentes a capacidade de decidirem” o turismo que querem

JoAnna Haugen trabalha na intercepção entre turismo sustentável, storytelling e impacte social. “Temos estado demasiado focados na bela fachada e nas actividades agradáveis sem complicar a narrativa.”

Foto: JoAnna Haugen


E se, em vez de nos perguntarmos para onde queremos viajar nas próximas férias, nos questionássemos por que queremos ir? É só pelas fotografias maravilhosas que vamos partilhar nas redes sociais? É porque aquele é o sítio mais in do momento? Ou porque queremos riscá-lo da lista? Quereríamos ir se não pudéssemos partilhar a experiência em lado nenhum?

Para JoAnna Haugen, viajar de forma mais consciente e sustentável (e mais memorável também, mas já lá vamos) pode começar simplesmente por fazermos melhores perguntas a nós mesmos no momento de decidir o destino. Antes do “onde”, o “porquê”. Qual é o nosso propósito? Por que razões queremos partir ou visitar determinado lugar durante a viagem? Depois, além de escolher “o que” queremos fazer, pensar no “como” o vamos fazer.

Um workshop de cozinha: “Vai-se inscrever num espaço massivo ou procurar uma empresa social, como a Migrateful, por exemplo, onde refugiados dão pequenas aulas de culinária enquanto falam sobre a sua história de migração para o Reino Unido?” A caminhada num trilho local pode ser conciliada com a apanha de lixo ou feita num percurso menos popular para não contribuir para a sobrecarga do ecossistema?

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